"...estenderei a minha mão contra os habitantes desta terra, diz o SENHOR. Porque desde o menor deles até ao maior, cada um se dá à avareza; e desde o profeta até ao sacerdote, cada um usa de falsidade e curam superficialmente a ferida da filha do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz. Porventura envergonham-se de cometer abominação? Pelo contrário, de maneira nenhuma se envergonham, nem tampouco sabem que coisa é envergonhar-se..." (Jeremias 6.12 a 15)

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segunda-feira, 7 de março de 2011

O que o Cristão de hoje precisa saber sobre o Novo Testamento em Grego?

Trinitarian Bible Society
Nos últimos anos tem havido muita confusão a respeito das modernas traduções e edições do Novo Testamento em grego. Algumas pessoas fazem reivindicações sobre o Novo Testamento em grego, sem terem informações suficientes que as apoiem. Muitos têm a pretensão de que suas traduções são exatas porque tais versões se baseiam nos melhores textos gregos disponíveis. Alguns supõem que suas traduções são melhores que a Versão Autorizada porque esta e seu subjacente Textus Receptus grego acrescentam variantes e leituras extras ao texto. Outros, entretanto, reivindicam que o texto grego do Novo Testamento não é importante porque sua tradução favorita é melhor que qualquer texto grego.
Há, ainda, outros que afirmam que o texto grego não é importante porque a maioria das pessoas não pode ler o grego da época do Novo Testamento. Entretanto, o texto grego sobre o qual uma tradução se baseia terá um impacto tanto sobre a leitura devocional das Escrituras pelo cristão como sobre a proclamação da Palavra de Deus no testemunho da graça salvadora de Jesus Cristo. É necessário que o cristão da atualidade entenda a importância do texto grego tradicional na vida cristã.
O texto tradicional
Antes de tudo, é necessário entender que se quer dizer com o termo “texto tradicional”. Durante o primeiro século após a ressurreição de Cristo, Deus moveu homens que escrevessem Sua Palavra (2 Pedro 1.21). O resultado foi um conjunto de cartas e livros, escritos em grego koine (chamados de “autógrafos originais”). Essas cartas e esses livros foram copiados e recopiados através dos séculos e distribuídos por todo o mundo. Essas cópias consistem os manuscritos do Novo Testamento. Mais de 5.000 desses manuscritos
gregos sobreviveram até os dias atuais. O grande número desses manuscritos apóia a chamada tradição textual bizantina (bizantina porque veio do mundo falante do grego da época). Esses manuscritos bizantinos formaram o que chamamos de texto tradicional do Novo Testamento. A representação mais bem impressa desse texto-tipo bizantino é o Textus Receptus (ou texto recebido). Em acréscimo aos manuscritos, também temos à disposição muitas obras nas quais numerosos Pais da Igreja fizeram citações dos manuscritos. A obra de John Burgon estabeleceu que o texto básico usado por muitos Pais da Igreja é o mesmo texto que hoje conhecemos como texto bizantino.
O Textus Receptus foi compilado a partir de uma quantidade de manuscritos bizantinos por vários editores do início do século XVI. Houve edições de editores tais como Erasmo, Stephens, Beza, dos Elzevires, Mill e Scrivener. Essas edições diferem sutilmente umas das outras, mas ainda assim referem-se ao mesmo texto básico. Alguns editores foram populares em diferentes países e geraram as bases para as traduções do Novo Testamento.
O Textus Receptus (como mais tarde ficou conhecido) foi o texto usado por Tyndale e por outros tradutores da Versão Autorizada inglesa (King James), de 1611 e outras traduções reformadas.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A Inspiração da Bíblia Sagrada

Por: Alexandre R. de Souza
As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo.
NestaPalavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para a salvação.
As Escrituras Sagradas são a infalível revelação de Sua vontade. Constituem o padrão de caráter, a prova da experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na História.

O pecado limita a auto-revelação de Deus manifestada através da criação, pelo fato de obscurecer a habilidade humana em interpretar o testemunho de Deus. Portanto, tendo em vista auxiliar os indivíduos na compreensão das coisas divinas, Deus apresentou uma “revelação especial” de Si próprio. Ele decidiu apresentar-Se diante da humanidade por um meio específico, o qual não deixaria margem a questões no
tocante a Seu caráter ou Seu amor pela humanidade – e Deus o fez através das Escrituras do Antigo e do Novo Testamentos.
No princípio a Sua revelação veio através dos profetas; depois ela foi transmitida por intermédio de Sua revelação última, a pessoa de Jesus Cristo (Heb. 1:1 e 2).
Na Bíblia, Deus Se revela a Si próprio em pessoa, bem como por meio de proposições que declaram a verdade a Seu respeito. Ambos os tipos de revelação se fazem necessários por que as pessoas necessitam conhecer Deus através de Jesus (João 17:3), bem como a verdade “segundo é... em Jesus” (Efés. 4:21). Essas revelações permitem que Deus quebre as limitações mentais, morais e espirituais dos seres humanos e comunique Seu desejo de salvá-los.

A autoridade da Bíblia como regra de fé e prática decorre de sua origem. Os escritores bíblicos viam as Escrituras como situando-se numa categoria única, distinta e separada de toda a literatura restante. Eles se referiram à Bíblia como as “Sagradas Escrituras” (Rom. 1:2), “sagradas letras” (II Tim. 3:15) e os “oráculos
de Deus” (Rom. 3:2; Heb. 5:12).
A singularidade das Escrituras baseia-se em sua origem e fonte. Os autores bíblicos destacaram  freqüentemente o fato de que não eram os originadores de suas mensagens. Eles as recebiam das fontes divinas. Através da revelação divina, eles haviam sido habilitados a “ver” estas verdades (Isa. 1:1; Amós 1:1; Miq. 1:1; Hab. 1:1; Jer. 38:21).
Os escritores bíblicos indicaram o Espírito Santo como sendo a fonte de suas revelações. Ele Se comunicava com o povo através dos profetas (Nee. 9:30; cf. Zac. 7:12). Davi declarou: “O Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e a Sua palavra está na minha língua” (II Sam. 23:2). Ezequiel escreveu: “Então, entrou
em mim o Espírito”, “caiu, pois, sobre mim o Espírito do Senhor”, “depois, o Espírito de Deus me levantou” (Ezeq. 2:2; 11:5 e 24). E Miquéias testificou: “Eu, porém, estou cheio do poder do Espírito do Senhor” (Miq. 3:8).

Os autores do Novo Testamento reconheceram o Espírito Santo como o autor de suas mensagens. Paulo se refere a Ele como a fonte da revelação que recebeu, dizendo: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé” (I Tim. 4:1). João inicia o relato de sua visão dizendo: “Acheime em Espírito, no dia do Senhor”(Apoc. 1:10). E a comissão de Jesus a Seus apóstolos, veio-lhes através do agenciamento do Espírito Santo (Atos 1:2; Efés. 3:3-5).
O abundante testemunho bíblico afirma que Deus, na pessoa do Espírito Santo, revelou-Se a Si mesmo ao longo das Sagradas Escrituras. Ele as escreveu, não com Sua própria mão, mas com o auxílio das mãos de outros – cerca de quarenta pares – ao longo de um período de mais de 1.500 anos. E, no sentido de que Ele inspirou os escritores, Deus é o Autor da Bíblia.


Existe uma exceção: os Dez Mandamentos. Estes são de composição divina, não humana. Foram pronunciados pelo próprio Deus e escritos por Sua própria mão (Êxo. 20:1-17; 31:18; Deut. 10:4 e 5). Mesmo assim, foram expressos tendo em vista as limitações da linguagem humana.
A Maior prova da Inspiração e Origem Divina das Escrituras está na transformação de vidas. Aquele que outrora roubava se viu constrangido pelo sacrifício de um "Desconhecido" a não mais furtar.
Homens vis e desgraçados, cuja existência parecia ser apenas para causar sofrimento e dor a si mesmo e aos que estavam em sua volta, agora dedicam-se a levar paz e conforto ao seus semelhantes em nome do Deus que os libertou da maldade e desespero.

A hipocrisia e falsidade daqueles que alegam seguir o Deus Criador, não justificará aqueles que desdenharam as Escrituras por causa destes.
Jesus não admitiu que justificassem seus erros com base no erro dos outros mas aconselhava a todo aquele que o ouvia: "Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam. " (João 5:39).
Examinemos, estudemos e encontraremos na Bíblia aquele que garantiu: "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. " (João 8:32).

Ouça o Estudo "O Livro que Revela Tudo" (01/18) da Série o Grande Conflito com Pr. Luíz Gonçalves:

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O Destinatário dos Escritos de Lucas

Ambos os escritos, tanto o evangelho de Lucas quanto os Atos dos Apóstolos, foram dedicados à mesma pessoa. Considerando que em Lc 1.3 Teófilo é considerado e interpelado como “excelentíssimo Teófilo” (o título “excelentíssimo” era usado naquele tempo para senadores e cavaleiros - clarissimus -, como os procuradores romanos Félix, em At 23.26; 24.3, e Festo, em At 26.25), ele parece ter sido um homem renomado.
O teólogo “Zahn” traduz a interpelação com “excelência”. A dedicatória a Teófilo evidentemente não exclui a possibilidade de que esses livros desde já visassem um grande círculo de leitores. Assim como hoje, também na Antiguidade dedicava-se livros a determinadas pessoas.
Onde vivia Teófilo? O país em que devemos localizar Teófilo depreende-se da percepção de que Lucas considera necessário explicar lugares, costumes e peculiaridades palestinas, cretenses, atenienses e macedônias, enquanto pressupõe como conhecidas todas as localidades na Sicília e na Itália (At 28 - particularmente o centro-sul da Itália, até Roma), até mesmo pequenos vilarejos (At 28.15). Talvez por isso devamos situar Teófilo na Itália. Contudo, a familiaridade também é pressuposta no caso das viagens de Antioquia para Chipre e pela Ásia Menor até Trôade (At 13.4-14,26; 15.40-16.11).
As recognitiones (atestações) clementinas, de meados do século II, relatam que, após a pregação de Pedro, Teófilo, detentor da posição máxima entre todos os cidadãos proeminentes de Antioquia, teria cedido o grande pórtico (salão ou colunata) de sua casa para as reuniões de culto a Deus.
A visão histórica abrangente dada em Lc 3.1s, bem como a característica de todo o escrito, demonstram que Lucas escreveu a um amplo círculo de leitores de origem grega, cujo representante ele considerava ser Teófilo.
Além disto, essa dedicatória não significava mera questão de honra. Até o surgimento da imprensa, a edição de um livro era algo muito dispendioso. Por essa razão, os autores costumavam dedicar suas obras a uma personalidade abastada que, caso aceitasse a dedicatória, era considerada, por assim dizer, “patronus libri”, padrinho do escrito. Esse patronus libri encarregava-se de abrir caminho na opinião pública para a nova obra. Para isto ele criava oportunidades para que o autor apresentasse textos de sua obra perante um círculo seleto. Igualmente encomendava por sua conta as primeiras cópias.
A redação do evangelho de Lucas geralmente é situada no período entre 63 e 66 depois de Cristo.
Fonte: http://bibliotecabiblica.blogspot.com

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Versão Interlinear de Judas

imageO Professor Anselmo Goldman está preparando, com a graça de Deus, uma humilde versão interlinear da Epístola de Judas, com referências e consulta de rodapé ao dicionário de Strong.
O Texto Grego está Baseado no “The Greek New Testament Textus Receptus (Stephanus 1550)”, enquanto o texto em português é da Almeida Corrigida e Revisada. Trata-se de uma obra não erudita, mas experimental, na qual a ideia é atestar a utilidade de uma obra similar a esta.
Oramos para que esta obra despretensiosa, venha ajudar estudantes do Livro Sagrado.
Demonstre seu interesse e deixe um comentário.
A Paz seja sobre nós.

sábado, 18 de setembro de 2010

Bíblia para celular GoBible 2.4.0 – 4 Traduções em Português

Para fazer download de sua Bíblia para Celular, clique nos links ao final desta postagem, ou recomendamos preferencialmente que você vá direto ao site do qual simplesmente publicamos o conteúdo das Bíblias Para Celulares. Clique na Imagem abaixo e vá para o Site: 7 Online
Nota: Este software NÃO funciona em Celulares como  MP5, MP6, MP7, etc… pois não rodam programas em JAVA.
Depois de muito tempo procurando e corrigindo outras traduções da Bíblia em Português, disponibilizamos agora quatro traduções diferentes na última versão da Bíblia Go-Bible 2.4.0 sendo que a última encontrada era a 2.3.2.
Abreviações – Nome da Bíblia – Ano
Bíblia AR – Almeida Revisada – 1967.
Bíblia ARA – Almeida Revista e Atualizada – 1993.
Bíblia ARC – Almeida Revista e Corrigida – 1995.
Bíblia ARCA – Almeida Revista e Corrigida, Anotada – 1969.
Novas funcionalidades:
  • Funcionalidades rudimentares para celulares com touch screen.
  • Todas as versões são para Java MIDP 2.0.
  • Opção de MMS foi desabilitada.
  • Resultados da busca mostra o número de ocorrências.
 Logo  GoBibleLinks para Download: AR – ARA – ARC – ARCA

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Bíblia Eletrônica - The Word

image A “The Word Software” é muito mais que uma bíblica eletrônica.
Resumindo tudo o que de melhor há para estudo Bíblico como por exemplo, várias versões diferentes em português, grego, hebraico, comentários, mapas, busca, pesquisa de termos, dicionário de Strong etc.
Na ilustração acima, é possível ver como é rápido e simples fazer uma comparação entre o texto em Português e o Hebraico.
Altamente recomendado para estudantes da Escritura
Tudo o que de melhor há para a mais fiel interpretação da Palavra de Deus.
Totalmente Gratuito na NET.
Descompacte  e use mesmo como “portable” ou seja, sem instalação em seu computador, coloque-o num pen-drive e use.
Faça download aqui: http://dc185.4shared.com/download/vS4LYw5M/biblia_the_word.zip?tsid=20100917-145840-e6c45518

domingo, 22 de agosto de 2010

“… para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito” (I Coríntios 4:6)

Por: Alexandre R. de Souza
Certo pregador um dia disse: “Nem toda a Verdade está na Bíblia, mas toda a Bíblia é a Verdade”
Concordo plenamente com este pregador. Muitos dos mistérios Deus deixou guardado para Si, revelando aos homens o que é necessário em Sua palavra para O conhecer e conhecer Sua salvação.
Não podemos porém negligenciar e ir além do que está escrito. Isto não é formalismo ou frieza espiritual ou coisa do tipo… Precisamos ser criteriosos, temerosos e obedientes a Palavra e esta diz: "Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso."  (Provérbios 30 : 6) ou seja, precisamos ter um claro “Está Escrito” após cada lição da Bíblia. Parece que está errado pedirmos para que nos mostrem onde está na Bíblia o que acabamos de ouvir? De jeito algum!
Paulo assim classificou um grupo de pessoas que não acreditavam cegamente em suas palavras: "Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim."  (Atos 17 : 11).
Hoje ouvimos pregadores dizendo que não é necessário conhecer a Bíblia e ao mesmo tempo dizer que nem tudo o que se ensina está na Bíblia. CUIDADO irmão!
Quanto a um dos livros da Bíblia, assim lemos: “…se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; e, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.”
O Ministério de Jesus foi baseado na Palavra e na oração. Muitas de Suas orações eram na verdade uma citação da Escritura. Jesus carregava a Bíblia irmãos para cima e para baixo, onde quer que fosse. Ele a sabia de cor, a carregava na mente. Ela era sua arma contra o pecado, a discriminação e a hipocrisia.
A Bíblia e a oração isto deve ser o 'Norte' do cristão.
O Espírito nos ensina e nos faz lembrar; Ele não nos ensina e faz lembrar outra coisa senão as Palavras de Deus, a Bíblia.
A relação com o Pai é esta irmão: Lendo e estudando a Bíblia, Deus fala conosco. Orando e suplicando nós estamos falando com Deus. Esta deve ser a relação do cristão com o Céu.
Amém

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A Bíblia em crise. Emoção em Alta

Por: Alexandre R. de Souza

Os navegadores bravos e corajosos que cruzaram os sete mares; os piratas que igualmente navegaram por águas revoltas e mansas do Atlântico, dá pra imaginar a cena?
Grandes embarcações, capitães experientes e sem medo, marujos que seguiam seu capitão fosse onde fosse.
Um pequeno instrumento era usado antigamente pelos navegadores, tão pequeno que nos parece quase impossível acreditar que aquele instrumento tão minúsculo fosse o responsável pelo sucesso da empreitada. Este instrumento era a Bússola.
Imagine-se num imenso navio e do lado de fora o mar. Para onde quer que você olhe, água e mais nada! Como saber o caminho a seguir? A Bússola era a única que se podia depositar confiança do rumo a seguir.
Imagine que você é um marujo ok? Foi convidado a ir para uma terra desconhecida, mas você descobre que o capitão do barco o qual você embarcaria confia apenas em sua intuição para se guiar em alto mar. Ele diz que Bússola é para capitães covardes e sem intuição alguma. Você entraria neste barco? Toparia esta aventura intuitiva? Acho que não né?
Pois muitos cristãos estão sendo conduzidos por um “capitão” sem “Bússola”. Pastores que asseveram de seus púlpitos como se fossem o próprio SENHOR em Sua Teofania no Sinai dizendo: Não precisamos conhecer a Escritura. O conhecimento engoda! Precisamos entender o Espírito!
“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará” Cristo disse isto! Conhecereis.
Não é sem motivos irmãos que nossas Igrejas estão cheias de gente e vazias de Deus! O rumo, a Bússola que nos mostra o caminho, esta está sendo negligenciada pois “o conhecimento engoda” e assim o cristão se perde no mar de incerteza, cativos à intuição de seu capitão.
Estas são as duas coisas que Satanás quer que você negligencie: Estudo da Palavra de Deus e Oração.
Jesus disse que "… o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito."  (João 14:26).
Estas duas coisas estavam presentes em todo o ministério de Jesus: A Palavra e a Oração. Sempre quando perguntado, era com a Escritura de Seu Pai que Jesus argumentava e quando sozinho orava.
Na tentação no deserto não foi com outra coisa que Jesus Se defendeu se não com a Palavra de Seu Pai e quando sozinho orava.
Agora vemos “capitães sem bússola” ou melhor… com uma bússola igual a de um personagem de filme que não funciona apontando para o norte mas para a coisa que o seu possuidor mais deseja.
Sabe o que as Escrituras dizem da vontade humana meu querido? "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso…” (Jeremias 17:9)
"O caminho de Deus é perfeito; a palavra do SENHOR é provada; é um escudo para todos os que nele confiam."  (Salmos 18:30)
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